TCFSR-Collection - To The End {Short fic} [T]
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TCFSR-Collection - To The End {Short fic} [T]
Assunto: Uma coleção de fan fics baseadas nas músicas dos Three Cheers! Three Cheers For a Sweet Revenge Fic's Collection.
Nome da fanfic: To The End
Nick/nome do autor(a): Nyx, a escritora-maníaco-compulsiva e absolutamente maluca.
E-mail do autor(a): fenchurchdent@hotmail.com
Gênero: Drama/romance.... na verdade, essa eu não sei classificar não! O.o
Sinopse: A banda My Chemical Romance é convidada para tocar em uma ilha absolutamente espetacular, com todo tipo de diversão a disposição, com direiro a uma anfitriã sensual, Angie, e um anfitrião estranho, Ville. Os dois tem um casamento perturbado e sem nenhum respeito um pelo outro no raio de quilômetros... E no meio dessa bagunça, assediado pela sexy Angie, Gerard decide que vai se divertir... Mas talvez sua diversão acabe indo longe demais...
Número de capítulos:Boaaa pergunta! Ainda não separei!
Terminada: Nááá.... ainda não. Mas quase!
Primeiro capítulo amanhã! ^^
Até lá!
= **********
Nome da fanfic: To The End
Nick/nome do autor(a): Nyx, a escritora-maníaco-compulsiva e absolutamente maluca.
E-mail do autor(a): fenchurchdent@hotmail.com
Gênero: Drama/romance.... na verdade, essa eu não sei classificar não! O.o
Sinopse: A banda My Chemical Romance é convidada para tocar em uma ilha absolutamente espetacular, com todo tipo de diversão a disposição, com direiro a uma anfitriã sensual, Angie, e um anfitrião estranho, Ville. Os dois tem um casamento perturbado e sem nenhum respeito um pelo outro no raio de quilômetros... E no meio dessa bagunça, assediado pela sexy Angie, Gerard decide que vai se divertir... Mas talvez sua diversão acabe indo longe demais...
Número de capítulos:Boaaa pergunta! Ainda não separei!
Terminada: Nááá.... ainda não. Mas quase!
Primeiro capítulo amanhã! ^^
Até lá!
= **********

Re: TCFSR-Collection - To The End {Short fic} [T]
heiiiii. ..
Nyx, volta aki guria. . .
acho q vc esqceu alguma coisa!!
*seria o primeirocapitulo da fic?!?!?!
pq ao contrario da hell,eu nao acho q soh a sinopse valha pela fic inteira nao, e agora q vc atiçou falando nessa fic, eu qro !!!
:P
^^
Nyx, volta aki guria. . .
acho q vc esqceu alguma coisa!!
*seria o primeirocapitulo da fic?!?!?!
pq ao contrario da hell,eu nao acho q soh a sinopse valha pela fic inteira nao, e agora q vc atiçou falando nessa fic, eu qro !!!
:P
^^

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Idade : 17
Localização : Curitiba-Pr
Interesses : a vida sexual das formigas na Indonésia. . . hehehe
Ocupação : esperar pela proxima turne dos cara no brasil. . . pq o Show de curitiba. . . meu Deus. . .qro bis
Humor : to podiiii gente. .. nao aguento mais cursiiinhooo aaaaaaaaa. . . saudades dos meus tempo ociosos q eu preenchia aki no forum. . .td di bom!!!
Fanlisting :
Preferido :
Re: TCFSR-Collection - To The End {Short fic} [T]
HAUSAUSAHSUAHSA...
*se faz de difícil*
Talvez se vc me bajular um pouquinho eu poste agora...
KKKK!
Mas hey, eu tenho de fazer suspense, né?
*se faz de difícil*
Talvez se vc me bajular um pouquinho eu poste agora...
KKKK!
Mas hey, eu tenho de fazer suspense, né?

Re: TCFSR-Collection - To The End {Short fic} [T]
Ok... Como acho que não vai dar pra aparecer aqui amanhã, vou postando hj...
Aí vai! ^^
1. Fantasy Island
- Ah, p*ta merda, vocês realmente não esperam que eu vá fazer isso, esperam?! – Gerard estava revoltado, parado na frente dos caras da banda
- Meu, eu não ia recusar o convite assim de cara. – Frank se sentou no sofá, com os pés sobre a mesinha de centro.
- p*rra, achei que já tínhamos passado dessa fase de tocar em festinhas particulares! Não sei vocês, mas pra mim isso é perda de tempo! – ia saindo da sala
- Calma aê, Gee. – Mikey o chamou – Deixa terminarmos de explicar?
- O que você vai me dizer, Mikey? Que se eu não for vai contar pra mamãe que não quero te levar pra festinha?!
- Não, panaca. – o amor fraternal sempre fala mais alto – Mas vou te mandar ir a merda se não ouvir direito.
- O cara é cheio da grana, Gerard. – Bob começou a explicar.
- E daí? – Ele se sentou a contragosto ao lado de Frank – Até onde eu sei eu também sou.
- É, mas não lembro de que você tenha tanto dinheiro a ponto de compara uma ilha inteira só pra você. – Mikey o olhou – Andou esquecendo de me contar alguma coisa, irmãozinho?
- Uma ilha? – ele se interessou levemente.
- Exato. – Frank continuou. – Nós fomos convidados para passar três dias lá. O cara é muito fã e quer um show exclusivo...
- Já deixei claro que com essa parte eu não concordo. – Gerard resmungou
- Mas cara, é uma ilha, cheia de diversão, pelo que eu ouvi falar. – Ray se manifestou – Tudo que você pode imaginar.
- Nós vamos lá, fazemos o show e passamos os outros dias nos divertindo por conta do cara. – Bob completou – Meu, e nós ainda vamos ser pagos pra ir até lá. Pra mim é uma p*ta burrice não aceitar.
Gerard pensou um tempo:
- Uma ilha?
- Inteira a nossa disposição. – Frank respondeu.
- Com direito a cassino particular. – Bob continuou
- E até onde eu sei convidados extremamente selecionados. – Mikey
- E dizem que a mulher do cara é perfeita. – Frank deu um sorriso maldoso.
Gerard riu com o canto da boca:
- Acho que acabaram de me convencer.
O avião pousou na pista particular, na ilha.
Quando desceram, ficaram deslumbrados: tudo lá parecia absolutamente perfeito. Havia uma espécie de “aeroporto” ou uma sala de espera suntuosa, em que um dos empregados do lugar esperava para recebê-los.
- O Sr. Marston pede desculpas por não vir recebê-los pessoalmente, mas ele nunca deixa a mansão.
- Ele o que? – Gerard achou que tinha ouvido errado.
- O cara nunca sai de casa? – Mikey pediu
- Com uma ilha inteira pra curtir e ele nunca sai de casa? – Frank ajudou
- Nunca. – O criado respondeu, solene. – Sigam-me, por favor.
Eles se entreolharam: aquilo prometia ser no mínimo, estranho. Riram. E seguiram.
- p*ta merda, tá explicado por que ele não sai daqui. – Ray comentou com Bob, quando pararam na porta da mansão.
Era a maior casa que todos eles já tinham visto em toda a vida, daria para se perder calmamente lá dentro.
- A Sra. Marston espera por vocês no salão de festas.
- Pode deixá-los comigo, Henry. – Uma voz se fez ouvir no hall de entrada da casa. – Eu mesmo me encarrego de deixar acomodados os ilustres convidados de meu marido.
Segundo Gerard Way, existiam uma grande variedades de mulheres, e somente algumas conseguiam chamar realmente sua atenção, logo de cara.
Existiam aquelas do tipo “Gueixa submissa” que com seu jeito tímido tinham algum fascínio sobre ele.
Existiam aquelas brigonas que fingiam que o odiavam, as quais ele adorava provocar.
E por fim, existia o tipo de garota “Slowmotion”.
Essas eram bem raras.
Eram aquelas que vinham andando em sua direção, encarando você diretamente nos olhos. O corpo transborda sedução, a boca é um poço de malícia, o corpo é perdição e tudo a volta dela parece funcionar em “Slowmotion” para poder admirar o domínio que a mulher tem de todos, quando entra no lugar.
E a Sra. Marston era exatamente desse jeito.
Vinha andando em direção a eles com um vestido branco de seda, leve e delicado.
Seus olhos eram expressivos.
Sua boca era naturalmente vermelha e chamativa.
Ela era elegante.
E o seu sorriso desarmou por completo todos naquele lugar.
- Sejam bem vindo a Ilha da Fantasia. – ela não se contentou em estender a mão para cumprimentá-los. Deu um abraço e um beijo no rosto de cada um. – Você deve ser o tão famoso Gerard Way. – disse, cumprimentando-o por último.
- Prazer em conhecê-la, Sra. Marston. – ele dispensou seu melhor sorriso. E isso tinha um efeito e tanto.
- Angie. Me chamem de Angie. – ela pediu calmamente.
- Nome mais do que apropriado.
Ela sorriu, e seu sorriso derretia por dentro:
- Acho que devemos descer e encontrar com Ville.
- Descer? – Gerard pediu.
- Meu marido sempre se encontra no subsolo. – ao falar dele, ela assumia um ar entediado e irritado – Um grande tolo, vocês verão.
Eles desceram 3 lances de escadas, e pareciam estar em um lugar completamente diferente.
Todas as paredes, chão e teto, tudo era pintado de negro.
Havia pouca iluminação e tinha um ar sombrio.
- Você é casada com uma vampiro, Angie? – Frank sugeriu.
- Seria mais interessante, se fosse, querido. – ela respondeu, maldosa. – Por aqui, ele está na piscina.
- Eles chegaram, Ville. – o tom de voz que ela usava com ele era seco e cheio de algo que lembrava vagamente repulsa.
Estavam a beira de uma enorme piscina que, como tudo naquele lugar, era negra. De costas para eles havia um homem. Ele estava sentado, com o olhar fixo em dois adolescentes que nadavam ali perto.
- Você move mundos e fundos para trazê-los e quando os tem aqui finge que nada aconteceu? – Angie pediu, desdenhando – Você é patético.
Ele se levantou lentamente, depois disso. Colocou as mãos nos bolsos da calça que vestia e se virou mais lentamente ainda.
E se virou.
Ville Marston tinha olhos verdes, cheios de dor e cansaço.
Mas tirando isso, sua aparência descuidada era de uma beleza assustadora: Pele muito branca, cabelos negros e desarrumados na altura dos ombros e traços beirando a perfeição.
Ele piscou os olhos e os encarou.
Depois olhou Angie:
- Eu já disse hoje o quanto você é doce, Angie? – sua voz era calma e baixa e ele a encarava bem nos olhos.
- Idiota. – ela disse, rindo sarcasticamente. Depois se voltou para a banda – Espero vocês na porta.
Ville a ficou observando sair, e depois de um tempo, olhou para os rapazes:
- Gostaram da ilha? – pediu, a guisa de cumprimento.
- É incrível. – Mikey respondeu, polidamente – E você tem uma casa e tanto.
Ele olhou pra cima:
- Tudo horrível, lá em cima. – suspirou – Ela mudou tudo que eu tinha planejado. Essa é a única parte que presta do lugar todo.
Havia uma sensação estranha no ar, como se ninguém conseguisse entender a excentricidade do cara.
- É uma bela piscina. – Frank murmurou, distrídamente.
- Espero que não tenham se aborrecido com a insistência do convite.
- Não é o tipo de coisa que fazemos. – Gerard disse.
- Mas agradecemos o convite e estamos felizes por estar aqui. – Ray tentou contornar o jeito meio ríspido de Gerard.
- Eu agradeço. Eu nunca saio daqui, então agradeço por terem vindo. – ele deu as costas a eles e se sentou de novo na cadeira.
Os garotos se entreolharam sem saber o que fazer.
Gerard deu os ombros e murmurou:
- Vamos cair fora daqui.
Ele sabia que tinha coisa melhor esperando na porta.
Enjoy! ^^
Aí vai! ^^
- Ah, p*ta merda, vocês realmente não esperam que eu vá fazer isso, esperam?! – Gerard estava revoltado, parado na frente dos caras da banda
- Meu, eu não ia recusar o convite assim de cara. – Frank se sentou no sofá, com os pés sobre a mesinha de centro.
- p*rra, achei que já tínhamos passado dessa fase de tocar em festinhas particulares! Não sei vocês, mas pra mim isso é perda de tempo! – ia saindo da sala
- Calma aê, Gee. – Mikey o chamou – Deixa terminarmos de explicar?
- O que você vai me dizer, Mikey? Que se eu não for vai contar pra mamãe que não quero te levar pra festinha?!
- Não, panaca. – o amor fraternal sempre fala mais alto – Mas vou te mandar ir a merda se não ouvir direito.
- O cara é cheio da grana, Gerard. – Bob começou a explicar.
- E daí? – Ele se sentou a contragosto ao lado de Frank – Até onde eu sei eu também sou.
- É, mas não lembro de que você tenha tanto dinheiro a ponto de compara uma ilha inteira só pra você. – Mikey o olhou – Andou esquecendo de me contar alguma coisa, irmãozinho?
- Uma ilha? – ele se interessou levemente.
- Exato. – Frank continuou. – Nós fomos convidados para passar três dias lá. O cara é muito fã e quer um show exclusivo...
- Já deixei claro que com essa parte eu não concordo. – Gerard resmungou
- Mas cara, é uma ilha, cheia de diversão, pelo que eu ouvi falar. – Ray se manifestou – Tudo que você pode imaginar.
- Nós vamos lá, fazemos o show e passamos os outros dias nos divertindo por conta do cara. – Bob completou – Meu, e nós ainda vamos ser pagos pra ir até lá. Pra mim é uma p*ta burrice não aceitar.
Gerard pensou um tempo:
- Uma ilha?
- Inteira a nossa disposição. – Frank respondeu.
- Com direito a cassino particular. – Bob continuou
- E até onde eu sei convidados extremamente selecionados. – Mikey
- E dizem que a mulher do cara é perfeita. – Frank deu um sorriso maldoso.
Gerard riu com o canto da boca:
- Acho que acabaram de me convencer.
He calls the mansion not a house but a tomb.
He's always choking from the stench and the fume.
The wedding party all collapsed in the room.
So send my resignation to the bride and the groom.
Let's go down!
He's always choking from the stench and the fume.
The wedding party all collapsed in the room.
So send my resignation to the bride and the groom.
Let's go down!
O avião pousou na pista particular, na ilha.
Quando desceram, ficaram deslumbrados: tudo lá parecia absolutamente perfeito. Havia uma espécie de “aeroporto” ou uma sala de espera suntuosa, em que um dos empregados do lugar esperava para recebê-los.
- O Sr. Marston pede desculpas por não vir recebê-los pessoalmente, mas ele nunca deixa a mansão.
- Ele o que? – Gerard achou que tinha ouvido errado.
- O cara nunca sai de casa? – Mikey pediu
- Com uma ilha inteira pra curtir e ele nunca sai de casa? – Frank ajudou
- Nunca. – O criado respondeu, solene. – Sigam-me, por favor.
Eles se entreolharam: aquilo prometia ser no mínimo, estranho. Riram. E seguiram.
- p*ta merda, tá explicado por que ele não sai daqui. – Ray comentou com Bob, quando pararam na porta da mansão.
Era a maior casa que todos eles já tinham visto em toda a vida, daria para se perder calmamente lá dentro.
- A Sra. Marston espera por vocês no salão de festas.
- Pode deixá-los comigo, Henry. – Uma voz se fez ouvir no hall de entrada da casa. – Eu mesmo me encarrego de deixar acomodados os ilustres convidados de meu marido.
Segundo Gerard Way, existiam uma grande variedades de mulheres, e somente algumas conseguiam chamar realmente sua atenção, logo de cara.
Existiam aquelas do tipo “Gueixa submissa” que com seu jeito tímido tinham algum fascínio sobre ele.
Existiam aquelas brigonas que fingiam que o odiavam, as quais ele adorava provocar.
E por fim, existia o tipo de garota “Slowmotion”.
Essas eram bem raras.
Eram aquelas que vinham andando em sua direção, encarando você diretamente nos olhos. O corpo transborda sedução, a boca é um poço de malícia, o corpo é perdição e tudo a volta dela parece funcionar em “Slowmotion” para poder admirar o domínio que a mulher tem de todos, quando entra no lugar.
E a Sra. Marston era exatamente desse jeito.
Vinha andando em direção a eles com um vestido branco de seda, leve e delicado.
Seus olhos eram expressivos.
Sua boca era naturalmente vermelha e chamativa.
Ela era elegante.
E o seu sorriso desarmou por completo todos naquele lugar.
- Sejam bem vindo a Ilha da Fantasia. – ela não se contentou em estender a mão para cumprimentá-los. Deu um abraço e um beijo no rosto de cada um. – Você deve ser o tão famoso Gerard Way. – disse, cumprimentando-o por último.
- Prazer em conhecê-la, Sra. Marston. – ele dispensou seu melhor sorriso. E isso tinha um efeito e tanto.
- Angie. Me chamem de Angie. – ela pediu calmamente.
- Nome mais do que apropriado.
Ela sorriu, e seu sorriso derretia por dentro:
- Acho que devemos descer e encontrar com Ville.
- Descer? – Gerard pediu.
- Meu marido sempre se encontra no subsolo. – ao falar dele, ela assumia um ar entediado e irritado – Um grande tolo, vocês verão.
Eles desceram 3 lances de escadas, e pareciam estar em um lugar completamente diferente.
Todas as paredes, chão e teto, tudo era pintado de negro.
Havia pouca iluminação e tinha um ar sombrio.
- Você é casada com uma vampiro, Angie? – Frank sugeriu.
- Seria mais interessante, se fosse, querido. – ela respondeu, maldosa. – Por aqui, ele está na piscina.
This elevator only goes up to ten.
He's not around.
He's always looking at men
Down by the pool.
He doesn't have many friends.
As they are
Face down and bloated snap a shot with the lens.
He's not around.
He's always looking at men
Down by the pool.
He doesn't have many friends.
As they are
Face down and bloated snap a shot with the lens.
- Eles chegaram, Ville. – o tom de voz que ela usava com ele era seco e cheio de algo que lembrava vagamente repulsa.
Estavam a beira de uma enorme piscina que, como tudo naquele lugar, era negra. De costas para eles havia um homem. Ele estava sentado, com o olhar fixo em dois adolescentes que nadavam ali perto.
- Você move mundos e fundos para trazê-los e quando os tem aqui finge que nada aconteceu? – Angie pediu, desdenhando – Você é patético.
Ele se levantou lentamente, depois disso. Colocou as mãos nos bolsos da calça que vestia e se virou mais lentamente ainda.
E se virou.
Ville Marston tinha olhos verdes, cheios de dor e cansaço.
Mas tirando isso, sua aparência descuidada era de uma beleza assustadora: Pele muito branca, cabelos negros e desarrumados na altura dos ombros e traços beirando a perfeição.
Ele piscou os olhos e os encarou.
Depois olhou Angie:
- Eu já disse hoje o quanto você é doce, Angie? – sua voz era calma e baixa e ele a encarava bem nos olhos.
- Idiota. – ela disse, rindo sarcasticamente. Depois se voltou para a banda – Espero vocês na porta.
Ville a ficou observando sair, e depois de um tempo, olhou para os rapazes:
- Gostaram da ilha? – pediu, a guisa de cumprimento.
- É incrível. – Mikey respondeu, polidamente – E você tem uma casa e tanto.
Ele olhou pra cima:
- Tudo horrível, lá em cima. – suspirou – Ela mudou tudo que eu tinha planejado. Essa é a única parte que presta do lugar todo.
Havia uma sensação estranha no ar, como se ninguém conseguisse entender a excentricidade do cara.
- É uma bela piscina. – Frank murmurou, distrídamente.
- Espero que não tenham se aborrecido com a insistência do convite.
- Não é o tipo de coisa que fazemos. – Gerard disse.
- Mas agradecemos o convite e estamos felizes por estar aqui. – Ray tentou contornar o jeito meio ríspido de Gerard.
- Eu agradeço. Eu nunca saio daqui, então agradeço por terem vindo. – ele deu as costas a eles e se sentou de novo na cadeira.
Os garotos se entreolharam sem saber o que fazer.
Gerard deu os ombros e murmurou:
- Vamos cair fora daqui.
Ele sabia que tinha coisa melhor esperando na porta.
Enjoy! ^^

Re: TCFSR-Collection - To The End {Short fic} [T]
Nyx escreveu:E por fim, existia o tipo de garota “Slowmotion”.
Essas eram bem raras.
Eram aquelas que vinham andando em sua direção, encarando você diretamente nos olhos. O corpo transborda sedução, a boca é um poço de malícia, o corpo é perdição e tudo a volta dela parece funcionar em “Slowmotion” para poder admirar o domínio que a mulher tem de todos, quando entra no lugar.
E a Sra. Marston era exatamente desse jeito.
[...]
- Vamos cair fora daqui.
Ele sabia que tinha coisa melhor esperando na porta.
Enjoy! ^^
nhaaaa q profundo essa descriçao dos tipos di mulheres interpreteadas pelo Gee. ..
eu conserteza so do tipo q ele adoraria provocar ^^
mas essa do 'slowmotion'. . .Jesus, se ele soubesse q eh assim q eu imagino ele. . . tipo cena di filme neh, qdo o mocinho entra em cena e td vai se encaminhando l-e-n-t-a-m-e-n-t-e. . . shuahsuahsua
tah, AMEI. . .
pronto mais uma fic q a nyx consegue me viciar ^^
e nhaaa, amanha nao vai ter msm?!?!?! q pena!!!!
pelo menos hj o cap foi comprido neh!!!!!!
pra compensa a falta di amanha
mas enfim . ..
esse ville eh o cara mais estranho q eu jah conheci. . . se eu tivesse o dinheiro e o prazer do fazer o mcr vir me fazer um show particular, eu ficaria no minino histérica qdo os vissem!!!!!!!!
eh cada me aparece. . .

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Interesses : a vida sexual das formigas na Indonésia. . . hehehe
Ocupação : esperar pela proxima turne dos cara no brasil. . . pq o Show de curitiba. . . meu Deus. . .qro bis
Humor : to podiiii gente. .. nao aguento mais cursiiinhooo aaaaaaaaa. . . saudades dos meus tempo ociosos q eu preenchia aki no forum. . .td di bom!!!
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Re: TCFSR-Collection - To The End {Short fic} [T]
- Não se preocupem, não vão ter de aturá-lo por muito tempo. – ela disse quando eles apareceram na porta. O sorriso reconfortante e malicioso estava lá.
- Ele é sempre assim? – Bob pediu.
- É, tem o humor de um coveiro. – ela suspirou e eles riram. – Mas venham, vou mostrar os seus aposentos para vocês.
Subiram para o térreo e depois andaram algum tempo pelo labirinto que era a casa.
- Aquela porta ali – ela apontou para uma suntuosa porta dupla. – é o salão de festas onde pretendemos que seja o show... amanhã a noite, certo?
Eles concordaram.
- Os seus quartos. – ela deixou cada um no seu devido lugar. Os quartos eram “personalizados”, cada um com as coisas que os garotos mais gostavam, desde de comida até Cd’s e Dvd’s com suas bandas favoritas.
Por último ela deixou Gerard no quarto dele. Ele entrou e ela entrou atrás.
- Espero que goste. – se sentou numa escrivaninha que tinha ao canto, e cruzou as pernas sob o vestido curto.
- Como não gostar de algo tão especialmente preparado? – ele pediu, se aproximando e parando a frente dela.
Ela o analisou por um minuto.
- Engraçado como você ainda parece irreal, mesmo estando na minha frente. – ela disse, estendendo a mão e tocando o rosto dele – Acho que é sua beleza. É muito etérea.
- Eu imagino que isso é um elogio. – ele sorriu.
- Um elogio descarado. – Ela desceu da mesa, ficando a exatamente um palmo dele. – há que horas podemos começar o show? – ela esquadrinhava o rosto dele com o olhar, compenetradamente.
- Quando você quiser. – Estava sendo quase irresistível não beijá-la.
- As 11? – ela pediu, distraídamente colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha dele. – É a hora em que Ville está mais de mau humor, e vai odiar subir para ver vocês.
Ele deu um sorriso maldoso:
- Você não devia falar assim. É a esposa dele.
- Por isso mesmo, querido. – Deu um beijo no canto da boca dele, rapidamente – E complicar a vida dele é quase a minha função. – já estava na porta do quarto quando o olhou de novo – Boa noite.
- Boa noite. – ele sorriu de um jeito safado. Aquilo seria definitivamente divertido.
If you marry me,
Would you bury me?
Would you carry me to the end?
Would you bury me?
Would you carry me to the end?
- Bom dia, Gerard.
Ele abriu os olhos e encontrou o rosto de Angie a centímetros do seu.
- Que jeito pouco usual de acordar alguém. – ele murmurou, piscando os olhos e terminando de acordar.
Ela estava com seu corpo em cima do dele, apoiada na cama pelos joelhos e as palmas da mão. Sorriu:
- Acredite, eu poderia achar maneiras ainda mais incomuns. E talvez mais divertidas. – ela se sentou sobre o quadril dele, se inclinou para frente e lhe deu um beijo no rosto. – Pronto pra se divertir?
- Sobre que tipo de diversão você está falando? – Ele passou as mãos delicadamente sobre as penas dela, que envolviam seu quadril. Era macia e suave e ele estava começando a ficar excitado com aquela situação.
- Todo tipo de diversão, querido. Todo tipo. – O sorriso malicioso dela se abriu.
E ela saiu de cima dele e pouco depois eles deixaram o quarto.

Re: TCFSR-Collection - To The End {Short fic} [T]
Nyx escreveu:
Por último ela deixou Gerard no quarto dele. Ele entrou e ela entrou atrás.
[...]
Ela o analisou por um minuto.
- Engraçado como você ainda parece irreal, mesmo estando na minha frente. – ela disse, estendendo a mão e tocando o rosto dele – Acho que é sua beleza. É muito etérea.
[...]
– Boa noite.
- Boa noite. – ele sorriu de um jeito safado. Aquilo seria definitivamente divertido.
nhaaaaa. . . os dois sozinhos no quarto do Gee. . .o marido dela a quilometrs de distancia, e num aconteceu nd?!?!?!
um simples 'boa noiti Gee?!?!'. . .
suahsuahsuhaushaus
Deus. . . esse mundo tah perdido. . .
eeeee. . . aaaaaaaaaaaa. . .meu Deus, o jeito como ela descreve o Gee. . . como sendo algo q nao parece real, msm estando ali na frente dela. . . meu DEus. . . foi exatamente o q eu senti qdo fui no show . . . eles pareciam ser Deuses. . . nhaa nao foi real!!!!
eles nao sao di vdd nao!!!!!
sao DEUSES!!!!!!!!

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Re: TCFSR-Collection - To The End {Short fic} [T]
Ah minha amiga, a Angie é mestre na arte de sempre deixar querendo mais...
Ela não tem pressa, então vai fazer tudo com calma e da melhor maneira possível.... e quando fizer... *sorrisinho maldoso*
E pô... as vezes eu quase desacredito que eles existem, então esse comentário tinha que tá aqui... Eles quase não são reais, de tão perfeitos! Rs...
Ela não tem pressa, então vai fazer tudo com calma e da melhor maneira possível.... e quando fizer... *sorrisinho maldoso*
E pô... as vezes eu quase desacredito que eles existem, então esse comentário tinha que tá aqui... Eles quase não são reais, de tão perfeitos! Rs...

Re: TCFSR-Collection - To The End {Short fic} [T]
PQP. Nunca achei que poderia ficar tão ruim.
E pra acabar com isso logo e partir pra outra....
3. Liars
- Tem uma festa acontecendo no segundo andar... – ela apontou pra cima, enquanto andavam pela casa. – Acho que as stripers já chegaram...
- Stripers...? – ele pediu, rindo. Um pouco a frente ele viu Frank e Bob, conversando com garotas que pareciam saídas de comerciais de biquínis: corpos absolutamente perfeitos e bronzeados e rostos que não deixavam nada a desejar.
- Isso se as minhas convidadas não tiverem feito as honras e tirado a roupa elas mesmo.
- Quantas pessoas tem por aqui?
- Da última vez que contei umas 150. Mas talvez seja mais... o pessoal do último barco que passou por aqui acabou ficando por 2 meses e até hoje eu não sei se todos foram embora. De qualquer maneira... o cinema está na parte leste, se você quiser é um bom lugar para ir...
- Você tem um cinema aqui?
- Eu tenho tudo que eu quero aqui, querido. – Sorriu, depois tomou-o pela mão e continuou andando. – Depois das 9 da noite eles só passam pornografia naquele lugar... esses meus convidados pervertidos! Mas de dia a programação não é nada ruim...
Ela parou de repente e o olhou:
- Você sabe atirar?
- Não.
- Gostaria de aprender?
- Adoraria.
- No lado sul da ilha tem um campo de tiro e um professor... podemos ir lá, mais tarde. É adorável.
- Angie, meu amor... – Um homem alto veio em direção a eles. Vestia um terno negro impecável. Chegou até ela e a abraçou e beijou, na boca, sem a mínima discrição ou constrangimento. – Foi uma noite adorável, ao seu lado.
- Mais do que adorável, eu diria. Memorável. – ela sorriu, o abraçou mais uma vez.
- Mas estou partindo.
- Já? – sarcástica – depois de só cinco meses aqui, Jonathan?!
- Minha esposa já deve ter me dado como morto! – ele gargalhou.
- Boa sorte, com ela. – Angie o beijou longamente na boca. – E volte, meu bem. Volte quando quiser.
- Com toda certeza. – ele piscou pra ela e partiu.
Um pouco a frente deles, Ville passava, em direção ao subsolo, mas apreciando a cena do beijo.
- O seu marido... – Gerard apontou discretamente.
- Incrível... – cínica – saiu da beirada da piscina. – puxou Gerard pela mão – Venha, tem coisas melhores a serem vistas.
- Você algum dia já o amou, ou casou só pelo dinheiro mesmo?! – Gerard mal viu quando essas palavras saíram da sua boca.
Angie parou e o olhou. Deu mais alguns passos com um sorriso enigmático no rosto enquanto Gerard a seguia.
Sentaram-se numa espécie de jardim suntuoso construído no meio da casa.
Um garçom passou com uma bandeja de bebidas e ela pegou um drink pra ela e para ele.
- Não, não casei só pelo dinheiro. – ela respondeu, afinal, depois deu um pequeno gole da sua bebida – Mas o casamento é o túmulo do amor. – ela disse categoricamente – É o triunfo da imaginação sobre a inteligência, na verdade.
- Você parece bem radical, com relação a isso.
- Você já foi casado?
- Não.
- Então, quando se casar, se você tiver coragem pra isso, vai me entender. – ela riu. – Só pessoas muito iludidas chegam a isso.
- Por que seria ilusão querer dividir sua vida com alguém?
- Vida não se divide, Gerard. Se vive. E no máximo você deixa outras pessoas passarem por ela, nada mais.
Ele riu:
- Você já amou alguém, algum dia, Angie?
- Você acha que já foi amado, Gerard?
- Até demais, eu poderia dizer.
- Presunçoso! – ela disse com um sorriso – Ou iludido, eu diria. O que te faz imaginar que amor realmente existe, querido?
- Você não acredita no amor? – ele pediu, intrigado
- O que me faria acreditar?! – gargalhou – O amor é um sentimento ou uma fantasia? Fantasia, eu diria.
- E pode defender seu ponto de vista, Angie? – ele pediu, curioso
- Obvio. – terminou o drink – um sentimento que te faz ser incondicional, só pode ser fantasia... abdicar de coisas quando ninguém mais faz isso por você?! Loucura! Sentir-se tão encantado por uma pessoa a ponto de negligenciar a si mesmo, a se submeter a vontade alheia sem pensar em retorno, é uma grande tolice. Mas é uma tolice natural do ser humano. Todos nós nascemos com essa idiotice arraigada em nós, e só os mais espertos conseguem eliminá-la. – sorriu – Eu consegui. Você consegue, Gerard?
- E amor materno? – ele ignorou a pergunta e fez outra.
- Puro senso de responsabilidade. Já que colocou no mundo, ela tem que proteger e cuidar.
- Amor fraterno?
- Ah, me poupe! Já viu algum tipo de irmão que se ame de verdade? Esse é o mais balela de todos.
- Eu gosto do meu irmão.
- Gosta, disse a palavra certa. Ele te acompanha no trabalho, te ajuda a ganhar seu dinheiro, vocês tem afinidade e se divertem juntos. Só isso.
- Então você acredita em que, Angie?
- Afinidade. Química. – ela enumerou – Feromônios! – riu – Tesão, e um bom desempenho na cama. – se aproximou dele. Uma de suas mãos foi parar na nuca de Gerard, se entrelaçando nos cabelos negros. – Eu acredito em sexo, Gerard. – ela se aproximou e o beijou no pescoço. – E em diversão.
Ele simplesmente não ia resistir. Não queria resistir aquilo. Deixou suas mãos envolverem o corpo dela e a trouxe mais para perto, os olhos fechados se deliciando pelo toque suave dela: suas mãos eram suaves, os beijos que ela lhe dava no pescoço eram assustadoramente suaves e excitantes.
- Você sempre foi desse jeito? – as mãos passeavam pela cintura dela, sem se decidir por onde começar a tocar – Nada de amor e puro tesão?
- Não. – ela suspirou, e se afastou dele. Era mestre no jogo de o deixar sempre querendo mais – Já fui uma tola que amou loucamente o Ville.
- E o que aconteceu com esse amor?
- Quer mesmo saber?
- Sim.
- Eu te conto.
Ville subiu as escadas e parou no térreo da casa. Respirou fundo antes de começar a andar.
Depois de minutos caminhando encontrou Ray e Mikey sentados, bebendo e conversando com algumas garotas.
Sem dizer nada ele se sentou ao lado de Mikey. As garotas deixaram o recinto assim que ele se sentou: a maioria das pessoas ali pareciam detestá-lo.
Mikey o encarou: estava vestido com uma calça jeans preta e uma camisa também preta. Os cabelos desarrumados e os pés descalços.
- Angie faz questão que todos me achem uma companhia deveras desagradável – deu um sorrisinho triste – Por mais que vocês sejam meus convidados de honra, não precisam me aturar, se não quiserem.
- Sem problemas... – Ray disse, olhando Mikey, que deu os ombros. Ele tinha tido pena do cara.
- Você construiu tudo isso? – Mikey se referia a ilha. Também teve pena e resolveu tentar comunicação.
- Na verdade, não. – Ele explicou, calmamente os olhando. E seus olhos tinham um brilho diferente, agora que alguém lhe dava atenção – Eu herdei uma grande fortuna, do meu pai. – ele começou a contar, lentamente – Nem mesmo eu sei como ele conseguiu tanto dinheiro. Provavelmente matando pessoas, escravizando criancinhas ou outras coisas assim... faz bem o gênero dele. E depois que eu gastei a minha infância e adolescência inteira sendo forçado a estudar até a exaustão para poder saber administrar o império que ele me deixou, tudo que eu fiz quando ele morreu foi contratar administradores confiáveis e competentes, comprar essa ilha e mudar pra cá, com o intuito de viver minha vida.
- Esperto. – Ray disse, sorrindo.
- Mas a ilha deve ter sido um investimento muito alto... – Mikey continuou a conversa.
- Não... Isso era de uma empresa hoteleira que faliu por que a ilha era muito afastada e os custos de tudo eram muito altos... Isso encarecia o produto e ninguém vinha para esse resort de luxo. Eles faliram e eu comprei por um preço razoavelmente barato.
- Então essa casa já existia e era um hotel?
- Basicamente. – ele respondeu para Mikey – Mas tudo foi muito modificado. Eu era recém casado quando me mudei, estava cheio de planos. Mas o casamento naufragou e os planos foram deturpados pela Angie. De qualquer maneira continua sendo minha casa... – ele deu os ombros.
- E por que você nunca sai daqui...? – Ray não resistiu e teve que perguntar.
- Não sei. – ele respondeu, enquanto pensava – Talvez sejam meus pecados que me prendam aqui. – ele se levantou – Viram a Angie?
- Ela passou por aqui a pouco, com meu irmão. – Mikey respondeu.
- Com Gerard...? – Ville pediu baixinho.
- Sim.
Os olhos dele pareceram preocupados. Ele se despediu atrapalhadamente e então saiu.
- Ville era o homem mais extraordinariamente maravilhoso que eu já havia conhecido. – ela começou a narrativa – Não deixe aquela cara de sonso te enganar... ele é inteligentíssimo. Era agradável e educado, mas eu sempre achei que fosse um pouco perturbado...
- E é?
- Ele poderia ser um personagem dos livros de Edgar Alan Pöe, se quer saber... – ela disse entediadamente. – teve uma infância maldita, uma relacionamento turbulento com o pai, que algumas vezes chegou a molestá-lo. A mãe dele se suicidou quando ele tinha 5 anos. E tudo foi uma sucessão de desgraça, até que ele me conheceu. Quatro meses depois estávamos casados, e um mês depois, o pai dele morreu.
- A vida estava melhorando.
- Ou ao menos parecia. – ela continuou – Tínhamos um ao outro e tínhamos dinheiro. Compramos a ilha e vivemos dias gloriosos. Amigos, festas, orgias....até que eu descobri a verdade.
- Que verdade?
- Sobre Ville. – ela se levantou, o chamando com um gesto para que ele fizesse o mesmo. E eles começaram a andar. – Sobre o “amor” dele por mim e sobre nosso casamento.
- E o que era?
- Meu irmão, Alan, morava conosco. Ele era mais novo que eu e ele e Ville eram muito amigos... – ela deu um sorriso maldoso – Ou pelo menos era o que eu achava.
- E o que era na verdade?
- Simples, Gerard. Ville queria ao meu irmão, não a mim! Mas como ele sempre teve um nome a zelar se casou comigo para ficar com Alan.
- Você está falando sério? – ele ficou meio desconfiado
- Absolutamente. Um dia eles saíram para passear de lancha. Acho que Ville tentou alguma coisa com Alan que não aceitou a aproximação. Não se sabe exatamente o que aconteceu, mas a lancha bateu num rochedo e explodiu. Alan morreu na hora... mas Ville sobreviveu sem um arranhão.
- Isso foi foda.
- Mais do que isso, eu acho. Foi o fim de tudo. Da minha confiança e amor por ele. Foi a morte da “Angie” que um dia existiu.
- E por que vocês ainda estão juntos?
- Por que estaríamos separados? Eu tenho tudo que quero aqui, e ainda posso fazê-lo sofrer pelo que fez. É perfeito.
- É tortura.
- Que seja. – deu os ombros – Lembra-se do que dizem nos casamentos? Até que a morte nos separe. – ela deu um sorriso maldoso – eu estou esperando.
- Não acredito que você pode ser tão má.
- Não sou má. Sou realista. – se aproximou dele, até prensá-lo contra a parede. Sua boca estava a centímetros da dele. – E mesmo que fosse, dá pra ver nos seus olhos que maldade te excita.
- Você está começando a me conhecer mais do que eu gostaria... – ele disse, sorrindo maliciosamente e a agarrando.
- Eu sou mestre nisso. Eu sempre sei desvendar os outros. E sabe, Gerard, você devia se cuidar.
- E por que?
- Você ainda não se perguntou por que Ville quis tanto ter você aqui?
- Excentricidade, talvez?
Ela riu maldosamente:
- Muito mais que isso, querido. – Beijou-o suavemente, na boca – Sabe, você é a cara do meu falecido irmão.
Ela se soltou dele, deixando a suspeita no ar e partiu.
Ecaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
E pra acabar com isso logo e partir pra outra....
- Tem uma festa acontecendo no segundo andar... – ela apontou pra cima, enquanto andavam pela casa. – Acho que as stripers já chegaram...
- Stripers...? – ele pediu, rindo. Um pouco a frente ele viu Frank e Bob, conversando com garotas que pareciam saídas de comerciais de biquínis: corpos absolutamente perfeitos e bronzeados e rostos que não deixavam nada a desejar.
- Isso se as minhas convidadas não tiverem feito as honras e tirado a roupa elas mesmo.
- Quantas pessoas tem por aqui?
- Da última vez que contei umas 150. Mas talvez seja mais... o pessoal do último barco que passou por aqui acabou ficando por 2 meses e até hoje eu não sei se todos foram embora. De qualquer maneira... o cinema está na parte leste, se você quiser é um bom lugar para ir...
- Você tem um cinema aqui?
- Eu tenho tudo que eu quero aqui, querido. – Sorriu, depois tomou-o pela mão e continuou andando. – Depois das 9 da noite eles só passam pornografia naquele lugar... esses meus convidados pervertidos! Mas de dia a programação não é nada ruim...
Ela parou de repente e o olhou:
- Você sabe atirar?
- Não.
- Gostaria de aprender?
- Adoraria.
- No lado sul da ilha tem um campo de tiro e um professor... podemos ir lá, mais tarde. É adorável.
- Angie, meu amor... – Um homem alto veio em direção a eles. Vestia um terno negro impecável. Chegou até ela e a abraçou e beijou, na boca, sem a mínima discrição ou constrangimento. – Foi uma noite adorável, ao seu lado.
- Mais do que adorável, eu diria. Memorável. – ela sorriu, o abraçou mais uma vez.
- Mas estou partindo.
- Já? – sarcástica – depois de só cinco meses aqui, Jonathan?!
- Minha esposa já deve ter me dado como morto! – ele gargalhou.
- Boa sorte, com ela. – Angie o beijou longamente na boca. – E volte, meu bem. Volte quando quiser.
- Com toda certeza. – ele piscou pra ela e partiu.
Um pouco a frente deles, Ville passava, em direção ao subsolo, mas apreciando a cena do beijo.
- O seu marido... – Gerard apontou discretamente.
- Incrível... – cínica – saiu da beirada da piscina. – puxou Gerard pela mão – Venha, tem coisas melhores a serem vistas.
- Você algum dia já o amou, ou casou só pelo dinheiro mesmo?! – Gerard mal viu quando essas palavras saíram da sua boca.
Angie parou e o olhou. Deu mais alguns passos com um sorriso enigmático no rosto enquanto Gerard a seguia.
Sentaram-se numa espécie de jardim suntuoso construído no meio da casa.
Um garçom passou com uma bandeja de bebidas e ela pegou um drink pra ela e para ele.
- Não, não casei só pelo dinheiro. – ela respondeu, afinal, depois deu um pequeno gole da sua bebida – Mas o casamento é o túmulo do amor. – ela disse categoricamente – É o triunfo da imaginação sobre a inteligência, na verdade.
- Você parece bem radical, com relação a isso.
- Você já foi casado?
- Não.
- Então, quando se casar, se você tiver coragem pra isso, vai me entender. – ela riu. – Só pessoas muito iludidas chegam a isso.
- Por que seria ilusão querer dividir sua vida com alguém?
- Vida não se divide, Gerard. Se vive. E no máximo você deixa outras pessoas passarem por ela, nada mais.
Ele riu:
- Você já amou alguém, algum dia, Angie?
- Você acha que já foi amado, Gerard?
- Até demais, eu poderia dizer.
- Presunçoso! – ela disse com um sorriso – Ou iludido, eu diria. O que te faz imaginar que amor realmente existe, querido?
- Você não acredita no amor? – ele pediu, intrigado
- O que me faria acreditar?! – gargalhou – O amor é um sentimento ou uma fantasia? Fantasia, eu diria.
- E pode defender seu ponto de vista, Angie? – ele pediu, curioso
- Obvio. – terminou o drink – um sentimento que te faz ser incondicional, só pode ser fantasia... abdicar de coisas quando ninguém mais faz isso por você?! Loucura! Sentir-se tão encantado por uma pessoa a ponto de negligenciar a si mesmo, a se submeter a vontade alheia sem pensar em retorno, é uma grande tolice. Mas é uma tolice natural do ser humano. Todos nós nascemos com essa idiotice arraigada em nós, e só os mais espertos conseguem eliminá-la. – sorriu – Eu consegui. Você consegue, Gerard?
- E amor materno? – ele ignorou a pergunta e fez outra.
- Puro senso de responsabilidade. Já que colocou no mundo, ela tem que proteger e cuidar.
- Amor fraterno?
- Ah, me poupe! Já viu algum tipo de irmão que se ame de verdade? Esse é o mais balela de todos.
- Eu gosto do meu irmão.
- Gosta, disse a palavra certa. Ele te acompanha no trabalho, te ajuda a ganhar seu dinheiro, vocês tem afinidade e se divertem juntos. Só isso.
- Então você acredita em que, Angie?
- Afinidade. Química. – ela enumerou – Feromônios! – riu – Tesão, e um bom desempenho na cama. – se aproximou dele. Uma de suas mãos foi parar na nuca de Gerard, se entrelaçando nos cabelos negros. – Eu acredito em sexo, Gerard. – ela se aproximou e o beijou no pescoço. – E em diversão.
Ele simplesmente não ia resistir. Não queria resistir aquilo. Deixou suas mãos envolverem o corpo dela e a trouxe mais para perto, os olhos fechados se deliciando pelo toque suave dela: suas mãos eram suaves, os beijos que ela lhe dava no pescoço eram assustadoramente suaves e excitantes.
- Você sempre foi desse jeito? – as mãos passeavam pela cintura dela, sem se decidir por onde começar a tocar – Nada de amor e puro tesão?
- Não. – ela suspirou, e se afastou dele. Era mestre no jogo de o deixar sempre querendo mais – Já fui uma tola que amou loucamente o Ville.
- E o que aconteceu com esse amor?
- Quer mesmo saber?
- Sim.
- Eu te conto.
(So say goodbye) to the vows you take
(And say goodbye) to the life you make
(And say goodbye) to the heart you break
And all the cyanide you drank.
(And say goodbye) to the life you make
(And say goodbye) to the heart you break
And all the cyanide you drank.
Ville subiu as escadas e parou no térreo da casa. Respirou fundo antes de começar a andar.
Depois de minutos caminhando encontrou Ray e Mikey sentados, bebendo e conversando com algumas garotas.
Sem dizer nada ele se sentou ao lado de Mikey. As garotas deixaram o recinto assim que ele se sentou: a maioria das pessoas ali pareciam detestá-lo.
Mikey o encarou: estava vestido com uma calça jeans preta e uma camisa também preta. Os cabelos desarrumados e os pés descalços.
- Angie faz questão que todos me achem uma companhia deveras desagradável – deu um sorrisinho triste – Por mais que vocês sejam meus convidados de honra, não precisam me aturar, se não quiserem.
- Sem problemas... – Ray disse, olhando Mikey, que deu os ombros. Ele tinha tido pena do cara.
- Você construiu tudo isso? – Mikey se referia a ilha. Também teve pena e resolveu tentar comunicação.
- Na verdade, não. – Ele explicou, calmamente os olhando. E seus olhos tinham um brilho diferente, agora que alguém lhe dava atenção – Eu herdei uma grande fortuna, do meu pai. – ele começou a contar, lentamente – Nem mesmo eu sei como ele conseguiu tanto dinheiro. Provavelmente matando pessoas, escravizando criancinhas ou outras coisas assim... faz bem o gênero dele. E depois que eu gastei a minha infância e adolescência inteira sendo forçado a estudar até a exaustão para poder saber administrar o império que ele me deixou, tudo que eu fiz quando ele morreu foi contratar administradores confiáveis e competentes, comprar essa ilha e mudar pra cá, com o intuito de viver minha vida.
- Esperto. – Ray disse, sorrindo.
- Mas a ilha deve ter sido um investimento muito alto... – Mikey continuou a conversa.
- Não... Isso era de uma empresa hoteleira que faliu por que a ilha era muito afastada e os custos de tudo eram muito altos... Isso encarecia o produto e ninguém vinha para esse resort de luxo. Eles faliram e eu comprei por um preço razoavelmente barato.
- Então essa casa já existia e era um hotel?
- Basicamente. – ele respondeu para Mikey – Mas tudo foi muito modificado. Eu era recém casado quando me mudei, estava cheio de planos. Mas o casamento naufragou e os planos foram deturpados pela Angie. De qualquer maneira continua sendo minha casa... – ele deu os ombros.
- E por que você nunca sai daqui...? – Ray não resistiu e teve que perguntar.
- Não sei. – ele respondeu, enquanto pensava – Talvez sejam meus pecados que me prendam aqui. – ele se levantou – Viram a Angie?
- Ela passou por aqui a pouco, com meu irmão. – Mikey respondeu.
- Com Gerard...? – Ville pediu baixinho.
- Sim.
Os olhos dele pareceram preocupados. Ele se despediu atrapalhadamente e então saiu.
She keeps a picture of the body she lends.
Got nasty blisters from the money she spends.
She's got a life of her own and it shows by the Benz
She drives at 90 by the Barbies and Kens.
Got nasty blisters from the money she spends.
She's got a life of her own and it shows by the Benz
She drives at 90 by the Barbies and Kens.
- Ville era o homem mais extraordinariamente maravilhoso que eu já havia conhecido. – ela começou a narrativa – Não deixe aquela cara de sonso te enganar... ele é inteligentíssimo. Era agradável e educado, mas eu sempre achei que fosse um pouco perturbado...
- E é?
- Ele poderia ser um personagem dos livros de Edgar Alan Pöe, se quer saber... – ela disse entediadamente. – teve uma infância maldita, uma relacionamento turbulento com o pai, que algumas vezes chegou a molestá-lo. A mãe dele se suicidou quando ele tinha 5 anos. E tudo foi uma sucessão de desgraça, até que ele me conheceu. Quatro meses depois estávamos casados, e um mês depois, o pai dele morreu.
- A vida estava melhorando.
- Ou ao menos parecia. – ela continuou – Tínhamos um ao outro e tínhamos dinheiro. Compramos a ilha e vivemos dias gloriosos. Amigos, festas, orgias....até que eu descobri a verdade.
- Que verdade?
- Sobre Ville. – ela se levantou, o chamando com um gesto para que ele fizesse o mesmo. E eles começaram a andar. – Sobre o “amor” dele por mim e sobre nosso casamento.
- E o que era?
- Meu irmão, Alan, morava conosco. Ele era mais novo que eu e ele e Ville eram muito amigos... – ela deu um sorriso maldoso – Ou pelo menos era o que eu achava.
- E o que era na verdade?
- Simples, Gerard. Ville queria ao meu irmão, não a mim! Mas como ele sempre teve um nome a zelar se casou comigo para ficar com Alan.
- Você está falando sério? – ele ficou meio desconfiado
- Absolutamente. Um dia eles saíram para passear de lancha. Acho que Ville tentou alguma coisa com Alan que não aceitou a aproximação. Não se sabe exatamente o que aconteceu, mas a lancha bateu num rochedo e explodiu. Alan morreu na hora... mas Ville sobreviveu sem um arranhão.
- Isso foi foda.
- Mais do que isso, eu acho. Foi o fim de tudo. Da minha confiança e amor por ele. Foi a morte da “Angie” que um dia existiu.
- E por que vocês ainda estão juntos?
- Por que estaríamos separados? Eu tenho tudo que quero aqui, e ainda posso fazê-lo sofrer pelo que fez. É perfeito.
- É tortura.
- Que seja. – deu os ombros – Lembra-se do que dizem nos casamentos? Até que a morte nos separe. – ela deu um sorriso maldoso – eu estou esperando.
- Não acredito que você pode ser tão má.
- Não sou má. Sou realista. – se aproximou dele, até prensá-lo contra a parede. Sua boca estava a centímetros da dele. – E mesmo que fosse, dá pra ver nos seus olhos que maldade te excita.
- Você está começando a me conhecer mais do que eu gostaria... – ele disse, sorrindo maliciosamente e a agarrando.
- Eu sou mestre nisso. Eu sempre sei desvendar os outros. E sabe, Gerard, você devia se cuidar.
- E por que?
- Você ainda não se perguntou por que Ville quis tanto ter você aqui?
- Excentricidade, talvez?
Ela riu maldosamente:
- Muito mais que isso, querido. – Beijou-o suavemente, na boca – Sabe, você é a cara do meu falecido irmão.
Ela se soltou dele, deixando a suspeita no ar e partiu.
Ecaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!

Re: TCFSR-Collection - To The End {Short fic} [T]
meu foi do mal isso!!!!
caracaaa. . . ele soh se casou com ela por causa do irmao dea e ainda acabou matando ele?!?!?!
aff e agora tah atras do Gee!!!?!??!???
realmente. . . a Angie tem mais eh q fazer ele sofrer.. . . mas a frieza dela me dah medo. . .
e ela soh tah dando em cima do gee pq quer q o marido sofra. . .e isso nao eh legal. . . ela brinca com td mundo como se fossem simples mariionetes. . .
ai ai ai
q saudade da zoe"!!!!!!
^^
caracaaa. . . ele soh se casou com ela por causa do irmao dea e ainda acabou matando ele?!?!?!
aff e agora tah atras do Gee!!!?!??!???
realmente. . . a Angie tem mais eh q fazer ele sofrer.. . . mas a frieza dela me dah medo. . .
e ela soh tah dando em cima do gee pq quer q o marido sofra. . .e isso nao eh legal. . . ela brinca com td mundo como se fossem simples mariionetes. . .
ai ai ai
q saudade da zoe"!!!!!!
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Interesses : a vida sexual das formigas na Indonésia. . . hehehe
Ocupação : esperar pela proxima turne dos cara no brasil. . . pq o Show de curitiba. . . meu Deus. . .qro bis
Humor : to podiiii gente. .. nao aguento mais cursiiinhooo aaaaaaaaa. . . saudades dos meus tempo ociosos q eu preenchia aki no forum. . .td di bom!!!
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Re: TCFSR-Collection - To The End {Short fic} [T]
Tá uma droga.
Era pra ser um final apoteótico e ficou isso.
Anyway.... *suspira*
If you ever say never too late.
I'll forget all the diamonds you ate.
Lost in coma and covered in cake.
Increase the medication.
Share the vows at the wake.
(Kiss the bride)
Era pra ser um final apoteótico e ficou isso.
Anyway.... *suspira*
If you ever say never too late.
I'll forget all the diamonds you ate.
Lost in coma and covered in cake.
Increase the medication.
Share the vows at the wake.
(Kiss the bride)
Ville segurou Angie pelo braço:
- O que você disse a ele? – pediu, rapidamente.
- Com medo dos seus segredinhos serem espalhados por aí, Ville querido?
- Não tenho medo dos meus segredos, tenho medo das suas mentiras!
- Eu não minto, meu amor.
- Eu sei que você mentiu pra ele!
- Quer ter certeza? – puxou o braço da mão dele – Por que não vai perguntar pra ele? Está logo ali, na sacada.
Ville ficou parado, a encarando com raiva.
- Do jeitinho que eu imaginei... o covarde não tem coragem pra ir lá.
Deu as costas e o deixou sozinho.
If you marry me,
Would you bury me?
Would you carry me to the end?
Would you bury me?
Would you carry me to the end?
Quando entrou na sacada, Gerard estava de costas para ele.
Deu passos incertos até parar do lado dele, que contemplava o horizonte.
- Eu não sei o que ela disse, mas é mentira. – disse, antes que perdesse a coragem.
- Se não sabe como pode dizer? – Gerard se virou para encará-lo.
- É o passatempo dela me difamar. Acha que eu matei o irmão dela.
- E não matou?
- Foi um acidente! – Ele disse, cansadamente. – Eu estava bêbado, Alan também! Foi uma merda de acidente que eu tive o azar de sobreviver!
Gerard só encarou, tentando decifrar verdade de mentira.
- Eu amava a Angie. Ela acha que não, mas eu amava! Só que no fim, descobri que ela é como qualquer pessoa, como todas as pessoas que eu odiava: perversa e egoísta! E ela deve ter dito a você que o trouxe aqui com um motivo específico...
- Ela insinuou.
Ele engasgou por um momento.
- Você sabe o que é ficar trancado dentro de sua própria mente? Se martirizando por uma morte que você não tem como reverter? – começava a ficar ofegante e andava de um lado para o outro na frente do vocalista. – Eu fiquei anos preso aqui, sem conseguir sair dessa ilha procurando uma salvação pra merda da minha vida... até que... eu.... – parou, passando a mão pelos cabelos. – tudo foi se misturando e se deturpando... e você se parece tanto com Alan!... E Eu... eu...
Gerard o encarava implacavelmente.
- Ela deve ter dito que fiquei dias na beirada daquela piscina querendo você.... mas... – Ville tirou coragem, sabe-se de onde, para encará-lo – Talvez eu até tenha ficado lá em baixo, pensando sobre como uma pessoa pode ser tão desconcertantemente interessante... E pensando como alguém poderia cativar tanto estando tão longe... e sentindo uma espécie de obsessão por ouvir tua voz e ver seu rosto ... E talvez eu tenha fantasiado um pouco sobre você vindo aqui, e me tirando dessa merda de pesadelo em que vivo com sua capacidade de tornar tudo diferente!
Gerard deu um risada maldosa:
- Você tá começando a levar as coisas para o lado errado.
- Não! – ele voltou a andar – Eu... eu só... Eu só quero dizer que... eu sei que confundi tudo, mas... Olhar você e não te querer é quase impossível. É uma coisa que eu nunca senti antes! MERDA! – deu as costas a ele – É algo que eu precisava dizer! - Se virou de uma vez, encarando-o.
- Você é louco. – Gerard sentenciou, se afastando.
- Não vá! – ele pediu, segurando-o pelas mãos.
Gerard puxou as mãos da mão dele:
- Me diz uma coisa, amigo... – Sarcástico, o encarou com um sorriso mau nos olhos – Você me ofereceu uma fortuna e me encheu o saco pra vir aqui, por qual motivo? Querendo transar comigo?! Tá pensando que eu sou o que? Uma merda de prostituta?!
- Eu não quis dizer...
- Mas foi o que pareceu. – ele se afastou, alguns passos.
- Por favor, eu...
- Você o que? – debochou – Vai me oferecer mais dinheiro?
- Não eu... eu só....– ele fechou os olhos. Balançou a cabeça negativamente.
- Vai fazer o que então? Me colocar numa lancha e me matar?!
Os joelhos de Ville cederam ao peso das palavras de Gerard: ele caiu ajoelhado no chão. Juntou o resto de dignidade que agonizava no seu coração e o olhou:
- Eu só quero dizer que... te amo.
Gerard riu:
- Conheci uma garota que me mostrou que amor não existe. Principalmente vindo de você. – deu as costas e saiu.
(So say goodbye) to the vows you take
(And say goodbye) to the life you make
(And say goodbye) to the heart you break
And all the cyanide you drank.
(And say goodbye) to the life you make
(And say goodbye) to the heart you break
And all the cyanide you drank.
Depois disso, Ville voltou para o subsolo.
Ele e a piscina.
Gerard passou o resto do dia bebendo com Angie.
Angie, seu corpo perfeito, sua presença adorável e seus beijos sufocantes.
Ele e Angie.
A noite, o Show era profundamente aguardado.
- Você tá podre de bêbado, Gerard. – Mikey observou, pouco antes de subirem no palco.
- Não, meu irmão... – ele riu, tropeçando em si mesmo, ao andar pelo camarim – Eu só estou me divertindo. Só isso.
O show tinha sido maravilhoso, como sempre era, e talvez um pouco mais inusitado, dado o nível alcóolico do vocalista.
Ville estava sentado numa cadeira, bem a frente do palco. Gerard agia como se ele não estivesse lá, e passou o show todo agindo como se houvesse uma só pessoa o apreciando naquele lugar: Angie. Cantou para ela. Dançou para ela.
Ela retribuía cada olhar e cada provocação.
No final, ela foi encontrá-lo no camarim.
Sem dizer uma só palavra, e ignorando todos os presentes, Angie o beijou.
Longa e sensualmente, roçando seu corpo contra o dele, pedindo para que ele a tomasse.
Saíram de lá se agarrando pelos corredores.
Antes de chegarem ao quarto, ela já tinha tirado a camiseta dele. Suas mãos pressionavam contra pele alva de Gerard tão fortemente que deixava marcas.
Entraram no quarto de Gerard e nem se preocuparam em fechar a porta.
Durante todo o percurso, Ville os seguiu.
Seus olhos cansados não conseguiam se desgrudar daquela cena. Os dois grandes amores de sua vida, ali.
Tão perto e tão inalcansáveis.
Todos seus pecados sendo pagos no fogo da rejeição, traição, inveja e desejo não realizado.
Ele observou enquanto Gerard retirava cada peça de roupa de Angie, como ele já tinha feito tantas vezes antes: com um desejo quase incontrolável.
Observou Angie beijar, morder e tocar cada uma das partes do corpo de Gerard, com uma luxúria ardente e cega. Suas mãos deslizavam por sobre o corpo dele, enquanto seus lábios pareciam incapazes de se desgrudar dos dele.
(And say goodbye) to the last parade
(And walk away) from the choice you made
(And say goodbye) to the hearts you break
And all the cyanide you drank.
(And walk away) from the choice you made
(And say goodbye) to the hearts you break
And all the cyanide you drank.
Naquele momento o resto do mundo poderia explodir que eles pouco se importariam, desde que tivessem um ao corpo do outro, para se satisfazer.
Ville achou que tinha visto bastante quando ela começou a gemer alto, com ele dentro de si.
Ele sabia que aquele era seu limite.
E sabia o que fazer, depois disso.
Depois de tanto tempo sem sair de casa, seus passos mal sabiam pra onde ir, depois que deixou a mansão.
Pegou qualquer carro estacionado na porta e foi até o campo de treino de tiro. Numa das mãos havia uma faca de caça. Na outra uma garrafa de Vodka.
O céu estava absurdamente estrelado.
O vento soprava distraídamente.
O campo estava completamente vazio.
Gerard e Angie transavam.
Ville abriu a caixa onde as armas eram guardadas.
Pegou sua preferida: Uma IMI Desert Eagle .50 . Belíssima e tinha um valor sentimental.
Andou pelo campo. Numa mão carregava a arma. Na outra a garrafa e a faca.
Parou na marcação de maior dificuldade, apontou a pistola e atirou.
Acertou em cheio o alvo a muitos metros a frente. Mira perfeita. Sempre tinha tido a melhor mira da redondeza.
Tirou a camisa preta que vestia.
As tatuagens negras apareceram, grafadas na pele muito branca.
Ele tinha certeza do que queria. E ia conseguir.
Atirou em tudo, e os primeiros tiros foram um alívio.
Deixou sair tudo que estava o matando aos poucos há anos: A raiva, frustração, a culpa.
Se era pra morrer, teria que morrer com estilo.
E seu estilo era aquele: Quebrando tudo.
Gerard se perdia de prazer, dentro de Angie.
E Ville atirava.
Rasgou os alvos com a faca.
Não contente, rasgou a si mesmo.
Sentiu o sangue escorrer de seus braços cortados e com isso estava cada vez mais leve.
Seus pecados estavam indo embora, com o sangue.
Seus amores malditos estavam se desfazendo.
(So say goodbye) to the vows you take
(And say goodbye) to the life you make
(And say goodbye) to the hearts you break
And all the cyanide you drank.
(And say goodbye) to the life you make
(And say goodbye) to the hearts you break
And all the cyanide you drank.
Angie tentava dar prazer a Gerard em todos os ângulos e posições possíveis. Queria uma noite inesquecível.
Re: TCFSR-Collection - To The End {Short fic} [T]
Vendo o sangue em suas mãos, Ville pensou em algo.
Começou a escrever nos alvos que não tinha destruído.
Depois nas paredes e por fim no chão.
Escreveu
até se sentir exausto e até seu sangue coagular nas suas mãos... por
fim ele não sabia se o sangue vinha dos cortes que ele fizera, ou das
pontas dos dedos machucadas de tanto escrever.
Quando terminou, o lugar tinha uma cor nova: vermelho-sangue.
Ele se deitou no chão, no meio de tudo. Olhou para cima e chorou.
(So say goodbye) to the last parade
(And walk away) from the choice you made
(And say goodnight) to the hearts you break
And all the cyanide you drank.
(And walk away) from the choice you made
(And say goodnight) to the hearts you break
And all the cyanide you drank.
Gerard
tinha certeza que nunca tinha sentido tanto tesão numa mulher. E também
tinha certeza de que aquilo era algo que nunca ia esquecer. A beijou
mais uma vez, e se entregou de novo aos toques, beijos e prazeres delar.
Ville chorava pela sua fraqueza.
Chorava e ria pela morte que se aproximava.
Já perdera tanto sangue que se sentia fraco.
Era hora do “Grand Finale”.
Pegou a Desert Eagle. Acariciou a arma como se fosse uma antiga amiga.
Sorriu pra ela, como se compartilhassem um segredo que ninguém mais conhecia.
Beijou seu aço frio com delicadeza, antes do colocá-la na boca.
E puxar o gatilho.
O som seco do tiro ecoando pela ilha.
E a festa na casa continuava como se nada tivesse acontecido.
E no dia seguinte...
- Você prometeu, Gerard. – ela disse, beijando toda a extensão da barriga dele, descendo em direção a áreas mais sensíveis.
- Eu sei... - ele respondeu, sentindo um calafrio cada vez que a boca dela tocava sua pele.
- Te ver com uma arma na mão vai me deixar muito excitada.
- Okay, isso acaba de me convencer. – ele riu, se levantando e procurando sua roupa.
Algum tempo depois, chegavam a porta do campo de tiro.
Mikey estava ali perto e mais a frente havia uma aglomeração de pessoas, que conversavam compenetradamente.
- O que aconteceu? – Gerard pediu ao irmão, se aproximando com Angie.
- Você não vai querer ver. – Mikey disse, com uma expressão pesarosa.
- E por que não?
-
Gerard, aconteceu alguma coisa ontem entre você e Ville que você não
comentou? – Mikey pediu em tom muito baixo, olhando o irmão nos olhos.
- Por que? – Gerard pediu, indo em direção a entrada do campo de tiro.
- Por isso. – Mikey apontou para dentro do lugar.
Gerard ficou sem reação ao ver.
- Ah céus! – Angie disse, cansadamente quando parou atrás de Gerard e contemplou a destruição.
Gerard lia as palavras de sangue.
Seu nome estava escrito repetidas vezes, as vezes acompanhado do nome de Angie, as vezes em meio a preces ininteligíveis.
“My
guilt.... I can’t feel anything! Anything! Forgive... forgive...
forgive... FREEDOM!... Gerard Way. Gerard Way. Love is a fucking
feeling... I can’t find the way to back!... There’s no Salvation...
FORGIVE... Angie. I loved Angie.... I DON’T KILL NOBODY!..... Gerard
Way... PAIN PAIN PAIN! MUCH PAIN!.... Death.... FREEDOM..... Angie.
Angie and Gerard. PAIN... FORGIVE...”*
Ele parou de ler quando seus olhos encontraram o corpo.
Cortado nos braços e pernas, os olhos abertos e fixos.
Uma grande poça de sangue e restos de carne perto da cabeça.
Do lado direito havia uma inscrição: Loved Angie.**
Do lado esquerdo, outra: Loved Gerard.***
Na frente dele, mais uma: Love Kills ****
-
Céus! – Angie disse de novo, observando a sua volta. – O trabalho que
vai dar para recuperar esse lugar! – resmungou, depois olhou para o
marido morto – Sacana. Fez isso só por que sabia que eu adoro esse
lugar!
Gerard parou e a encarou:
- Seu marido está morto.
- Acha que eu não percebi? – ela disse, irritada. – Esse porco morreu e sujou tudo a sua volta!
- Ele morreu por sua causa! – apontou o nome dela.
- Opa, querido... – sarcástica – Seu belo nome está ali também. Não jogue toda culpa em mim!
-
Você nem ao menos se sente mal?! – ele pediu, abismado – Passamos a
noite toda transando enquanto seu marido morria exatamente por isso!
- Crise de consciência agora não, Gerard. – ela suspirou.
-
Ele não estava mentindo, caralho! Não poderia estar mentindo! Ninguém
morre por uma mentira! – gritava – Ele não matou seu irmão e você o
torturou por anos, sabendo da verdade, não é?!
- E se for? E se eu
tiver usado o acidente como um meio de me aproveitar do Ville?! Qual o
problema?! Não faz diferença agora, Gerard, por que ele morreu!
- Você é uma droga de uma mentirosa!
- E você é um menininho desequilibrado! Ele se matou merda, a culpa foi dele!
- Você é maluca!
-
Chega! – ela gritou, o olhando – Chega. O avião de vocês parte em uma
hora. Não se preocupe, a morte do meu marido vai ser abafada e não vai
manchar sua preciosa reputação.
- Pena que não manchou sua
consciência. – ele disse, dando as costas. Depois voltou, com um olhar
sarcástico. – Ah, me esqueci... você não tem consciência.
E saiu, com Mikey atrás dele.
Decolaram da ilha em exata uma hora.
Gerard ficou sentado ao lado da janela, olhando para baixo enquanto iam deixando a ilha pra trás.
Mikey sentou ao seu lado.
- Quero esquecer essa merda de lugar. – Gerard disse, em tom baixo.
-
Não foi sua culpa, Gerard. Você sabe disso. – Mikey tentou consolar – O
cara era maluco e só precisava de uma desculpa pra fazer o que fez.
- Ele não era maluco. – ele disse, cansadamente. – Mikey, eu quero ficar sozinho.
Ele respeitou o pedido do irmão e saiu de perto.
To the last parade
When the parties fade
And the choice you made
To the End.
When the parties fade
And the choice you made
To the End.
Por um tempo, Gerard ficou pensando no significado da palavra amor.
Por fim, acabou consentindo que o amor existia.
E percebeu que agora sim ele poderia dizer que já fora amado.
E muito amado. Até o fim.
To The End.
Traduçãozinha básica....
*
“Minha culpa... Não consigo sentir nada! Nada!.... Perdão... Perdão...
Perdão... LIBERDADE... Gerard Way. Gerard Way..... O amor é uma droga
de sentimento..... Eu não consigo encontrar o caminho de volta.... Não
há salvação.... PERDÃO.... Angie. Eu amava Angie..... EU NÃO MATEI
NINGUÉM!.... Gerard Way... DOR, DOR, DOR... MUITA DOR!..... Morte.
LIBERDADE.... Angie. Angie e Gerard. Dor.... Perdão.”
** Amava Angie
*** Amava Gerard
**** Amor mata

Re: TCFSR-Collection - To The End {Short fic} [T]
Nyx escreveu:
[...] – Talvez eu até tenha ficado lá em baixo, pensando sobre como uma pessoa pode ser tão desconcertantemente interessante... E pensando como alguém poderia cativar tanto estando tão longe... e sentindo uma espécie de obsessão por ouvir tua voz e ver seu rosto ... E talvez eu tenha fantasiado um pouco sobre você vindo aqui, e me tirando dessa merda de pesadelo em que vivo com sua capacidade de tornar tudo diferente!
-
DEUS do CEU. . . mtu foda isso
eh exatamente o q eu sinto meu. . .
como q pode eu gostar tanto assim di um carinha q mora lah na p*ta q o paril e q nem sabe q eu existo?!?! aiiii o Gee eh irritantemente cativante meu. . .
aaa o ville falou td por mim
e Nyx. . eu gostei mtu da Fic. . .
^^
claro q nao tah a altura di I Never told you (mas acho q vai ser impossivel alguma chegar a tanto. . .). . . mas tah boa sim. . .
^^
mais uma vez. .. meus PARABENS
sabe q sou sua Fã di carteirinha neh?!!?
^^

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Humor : to podiiii gente. .. nao aguento mais cursiiinhooo aaaaaaaaa. . . saudades dos meus tempo ociosos q eu preenchia aki no forum. . .td di bom!!!
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Re: TCFSR-Collection - To The End {Short fic} [T]
ufaaa. . consegui le td !!!
^^
mtu boa. . . nao entendi pq vc achou ela uma droga. . .
pra mim tah perfeitaaAá!!!
^^
mtu boa. . . nao entendi pq vc achou ela uma droga. . .
pra mim tah perfeitaaAá!!!
Re: TCFSR-Collection - To The End {Short fic} [T]
- Ele poderia ser um personagem dos livros de Edgar Alan Pöe, se quer saber... – ela disse entediadamente. – teve uma infância maldita, uma relacionamento turbulento com o pai, que algumas vezes chegou a molestá-lo. A mãe dele se suicidou quando ele tinha 5 anos. E tudo foi uma sucessão de desgraça, até que ele me conheceu. Quatro meses depois estávamos casados, e um mês depois, o pai dele morreu.
vc escreve como Edgar Allan Poe...
E eu amo ele ♥
amei tia ^^
como eu disse na give'em hell...
FAÇA UMA BULLETS COLLECTION ^^


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Re: TCFSR-Collection - To The End {Short fic} [T]
Caracolhes guria, vc exagerou! HAUSH!
O dia que eu conseguir escrever como o Edgar eu tou feliz da vida! HAUSH!
Mas agradeço MUITO o elogio! *_______________*
E sobre Bullets colection eu não sei.... Mas quando resolver todas s minhas pendencias eu penso em fazer uma história baseada em "the black parade"... who knows....
O dia que eu conseguir escrever como o Edgar eu tou feliz da vida! HAUSH!
Mas agradeço MUITO o elogio! *_______________*
E sobre Bullets colection eu não sei.... Mas quando resolver todas s minhas pendencias eu penso em fazer uma história baseada em "the black parade"... who knows....

Re: TCFSR-Collection - To The End {Short fic} [T]
Mas cara, sério, você me lembrou muito ele!
ah! essa fic já tá terminada né? vou mover pras fics terminadas então... [/beta reader -qqqq]
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